Jéssica, você mesma sentiu: o paciente se irrita quando recebe contato de vários números, pra vários assuntos. Isso não é detalhe operacional — é experiência rachada, dado espalhado e margem vazando. E o pior: o seu concorrente que centralizar primeiro vai parecer mais profissional, reter mais e crescer mais rápido que vocês.
Jéssica, lembra do que conversamos? Eu peguei aquilo que falei na teoria e construí, de verdade, um sistema centralizando a operação do MMQM: receita por unidade (Barra, Ipanema, Petrópolis, Tijuca), protocolos por tipo, health score dos pacientes e — o mais importante — alerta de paciente em risco de abandono antes dele cancelar. Isso é uma amostra de garagem. O Sprint de IA entrega isso turbinado e seguro.
Visão consolidada das 4 unidades — o que hoje vive espalhado em planilhas, WhatsApps e cabeças, num só lugar.
Joana da Silva Pereira · Hipertrofia · Barra — caiu para 42% de aderência, último retorno há 2 meses. O sistema avisa antes dela sumir. Sem isso, ela vira só mais um número no churn — e mais um CAC que você paga de novo pra repor.
Vocês construíram um instituto com 4 unidades e protocolos de emagrecimento, hormonal, hipertrofia e longevidade. Mas o jeito como a operação roda hoje está cobrando um pedágio invisível, todo dia.
// Enquanto o dado vive espalhado, a decisão é no achômetro — e o achômetro é caro.
Saúde, emagrecimento e longevidade vivem o maior boom da história. Dinheiro entrando no setor é o que não falta. O gargalo não é demanda — é capacidade de operar com eficiência, reter e escalar sem perder a mão.
A diferença entre dominar um mercado e ser dominado por ele, daqui a 18 meses, está sendo decidida agora — em quem implanta IA na operação primeiro. Não é sobre tecnologia. É sobre quem vai parecer mais profissional, reter mais e crescer com menos gente.
// A cada mês que passa, essa distância não fica igual. Ela aumenta. Quem sai na frente em IA compõe vantagem — igual juros.
No Sprint de IA, vocês, o sócio e um gestor sênior constroem agentes e automações de verdade — saindo do programa com solução implantada. Veja a dor real de cada área e o que passa a rodar sozinho.
O diagnóstico operacional acontece antes de pisar em São Paulo — mapa de processos, lista de sistemas, ferramentas instaladas. Vocês não vão aprender o básico. Vão construir. Ferramentas como Base44 e Lovable permitem erguer sistemas próprios em tempo recorde.
Mapa de processos, lista de sistemas (CRM, ERP, automações), instalação e configuração das ferramentas. Por isso 3 dias bastam.
Vocês, o sócio e o gestor sênior constroem agentes e automações com mentores e consultoria de apoio. IA rodando até o último dia.
Acesso ao G4 OS e suporte diário por 3 meses, acompanhando até a IA virar resultado de verdade na operação.
Sprint de IA é conduzido por João Vitor, Rafael Milagre e Yago Martins — referências em IA aplicada à operação real de empresas. Formato presencial, limitado por mentor: não escalamos turma.
Vocês dois, o sócio e um gestor sênior saem de São Paulo com agentes e automações implantados, dados centralizados e protegidos, e o teto de crescimento destravado. Não é gasto — é a vantagem competitiva que separa quem domina de quem é dominado.
// Formato presencial limitado por mentor. Investimento e disponibilidade da turma de novembro sob consulta.
Jéssica, Rodrigo — vocês construíram algo grande. A pergunta não é se a IA vai entrar na saúde. É se vai entrar com vocês na frente, ou pela mão de quem chegar antes. Vamos desenhar o Sprint no contexto exato do Instituto?